Uma descida no Maelström
Edgard Allan Poe
Tradução: Cássio de Arantes Leite
Acabei de ler "Uma descida no Maelström", no livro "Contos de Imaginação e Mistério" da editora Tordesilhas.
Nas páginas 113 à 131, encontrei uma narrativa que não me tocou tanto. Transcrevo um trecho:
Nas páginas 113 à 131, encontrei uma narrativa que não me tocou tanto. Transcrevo um trecho:
"... o oceano, que no início o vento mantivera baixo, nivelado e espumante, assomava agora em montanhas absolutas. Uma singular mudança, também, operara-se no céu. Em torno, em todas as direções, continuava negro como piche, mas quase acima de nós abriu-se, de repente, uma fenda circular de céu limpo - o céu mais limpo que jamais vi - e de um azul profundo e brilhante - e através dela resplandecia a lua cheia com um fulgor que eu nunca a vira exibir. Ela iluminava tudo em volta de nós com perfeita nitidez - porém, oh, Deus, que cena para iluminar!""
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